quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Um brinde a 2010!

Como não podia deixar de ser, desejamos a todos um BOM ANO cheio de música e muita alegria.

Na companhia dos Beatles, brindamos a 2010!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Hey Jude em Trafalgar Square

No centro de Londres, em plena Trafalgar Square, uma iniciativa da T-Mobile pôs 13.500 pessoas a cantar em simultâneo, e acompanhadas por um karaoke, a música “Hey Jude”. Ninguém sabia ao certo o que ia acontecer, e todas ficaram surpresas. Este foi um acontecimento espectacular e cheio de sentimento. Assista ao vídeo!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Beatles na RTP 2

"The Beatles In The Studio" é o nome do documentário que a RTP 2 vai passar já no dia 1 de Janeiro pelas 24h30. Esta é uma visão fascinante sobre a carreira do maior grupo pop de todos os tempos e uma oportunidade única para assistir a imagens raras, fragmentos de conversas, entrevistas e outros momentos importantes dos Beatles em estúdio.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Christmas Time (is Here Again)

Em 1967, os Fab Four expressaram os seus desejos de Natal nesta música que viria a ser lançada na compilação de 1970, “The Beatles Christmas Album”, disponível apenas por encomenda, a pedido dos fãs. Recordemos…





Letra de Christmas Time (is Here Again)

Christmas time is here again
Christmas time is here again
Christmas time is here again
Christmas time is here again
Ain't been round since you know when
Christmas time is here again
O-U-T spells "out"
Christmas time is here again
Christmas time is here again
Christmas time is here again
Christmas time is here again
Ain't been round since you know when
Christmas time is here again
O-U-T spells "out"
Christmas time is here again
Christmas time is here again
Christmas time is here again
Christmas time is here again
Ain't been round since you know when
Christmas time...

[spoken]
This is Paul McCartney here, I'd just
like to wish you everything
you wish yourself for Christmas.
This is John Lennon saying on behalf
of the Beatles, have a very
Happy Christmas and a good New Year.
George Harrison speaking. I'd like to
take this opportunity to wish
you a very Merry Christmas, listeners everywhere.
This is Ringo Starr and I'd just like
to say Merry Christmas and a
really Happy New Year to all listeners

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Help! Uma canção tão apropriada…

É claro que o tema editado em 1965 não foi criado a pensar na corrida da véspera do Natal. Mas parece ser consensual que ele terá sido escrito para expressar a ansiedade de John Lennon face ao fenómeno “beatlemania”. Seja como for, é a banda sonora ideal para o dia de hoje…


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Lennon em entrevista inédita



É o presente de Natal do jornal britânico “New Statesman” aos seus leitores e aos fãs do mundo inteiro: uma entrevista inédita de John Lennon, recolhida em 1968 por dois estudantes ingleses.


O feito foi conseguido por Maurice Hindle e Daniel Wiles, na época estudantes da universidade de Keele, que relatam ter conseguido a entrevista com surpreendente facilidade, através da revista “Beatles Monthly”. Entre outras curiosidades, contam ainda que aquele que veio a ser um dos mais influentes homens do Mundo lhes deu boleia da estação de comboios até sua casa, no Surrey. Já na intimidade do lar, Lennon terá falado durante seis horas, enquanto Yoko Ono, com quem o músico estava há pouco tempo, terá oferecido pão e compota caseira aos convidados.

A entrevista está disponível integralmente na edição impressa do jornal, mas também há extractos da mesma na edição on-line.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Ainda Lucy…

A canção “Lucy in the Sky with Diamonds” foi das que mais controvérsia criou devido à sua possível alusão ao LSD. John Lennon, o autor da canção juntamente com Paul McCartney, alegava que esta teria sido inspirada num desenho do filho Julian, a propósito da colega de escola Lucy. Polémicas à parte, quatro décadas mais tarde, o agora músico Julian Lennon volta a gravar um tema com o nome “Lucy”. A música é uma homenagem à amiga de infância que entretanto faleceu vítima de Lúpus. O lucro das vendas do single será destinado ao St. Thomas' Lupus Trust (Reino Unido) e Lupus Foundation of America, duas organizações sem fins lucrativos que trabalham para combater a doença auto-imune.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Look at all the lonely people!

A canção “Eleanor Rigby”, do álbum “Revolver”, editado em 1966, marca o início da transição da banda para um trabalho de estúdio mais sério. A letra, assinada por Paul McCartney e John Lennon, alerta para a questão da solidão. Natalício, não?



Letra de “Eleanor Rigby”


Ah, look at all the lonely people!
Ah, look at all the lonely people!
Eleanor Rigby picks up the rice in the church where a wedding has been,
Lives in a dream.
Waits at the window, wearing a face she keeps in a jar by the door,
Who is it for?
All the lonely people, where do they all come from?
All the lonely people, where do they all belong?
Father McKenzie, writing the words of a sermon that no-one will hear,
No-one comes near
Look at him working, darning his socks in the night when there’s nobody there,
What does he care?
All the lonely people, where do they all come from?
All the lonely people, where do they all belong?
Ah, look at all the lonely people!
Ah, look at all the lonely people!
Eleanor Rigby died in the church and was buried along with her name.
Nobody came.
Father McKenzie, wiping the dirt from his hands as he walks from the grave.
No-one was saved.
All the lonely people, where do they all come from?
All the lonely people, where do they all belong?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

E depois da chuva… “Here Comes the Sun”

Foi George Harrison o responsável por este tema capaz de melhorar a disposição de qualquer um. Autor e intérprete da canção, George Harrison disse tê-la composto numa manhã de sol, na mansão de Eric Clapton.



Letra de Here Comes the Sun


Here comes the sun, here comes the sun,
and I say it's all right

Little darling, it's been a long cold lonely winter
Little darling, it feels like years since it's been here
Here comes the sun, here comes the sun
and I say it's all right

Little darling, the smiles returning to the faces
Little darling, it seems like years since it's been here
Here comes the sun, here comes the sun
and I say it's all right

Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...
Sun, sun, sun, here it comes...

Little darling, I feel that ice is slowly melting
Little darling, it seems like years since it's been clear
Here comes the sun, here comes the sun,
and I say it's all right
It's all right

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

As origens de “Hey Jude”

Pouco dados a grandes considerações sobre as letras que criavam, os Beatles sempre deixaram espaço aos seus fãs para interpretar aquilo que ouviam. Daí ser fácil descobrir, para músicas tão emblemáticas como “Hey Jude”, as mais mirabolantes interpretações. Ponto assente parece ser que a música foi composta por Paul McCartney para Julian Lennon, filho de John, quando o músico se separou da mulher para ir viver com Yoko Ono. “Hey Jules” era assim o nome da canção original.

Letra de Hey Jude


Hey Jude, don't make it bad.
Take a sad song and make it better.
Remember to let her into your heart,
Then you can start to make it better.

Hey Jude, don't be afraid.
You were made to go out and get her.
The minute you let her under your skin,
Then you begin to make it better.

And anytime you feel the pain, hey Jude, refrain,
Don't carry the world upon your shoulders.
For well you know that it's a fool who plays it cool
By making his world a little colder.

Hey Jude, don't let me down.
You have found her, now go and get her.
Remember to let her into your heart,
Then you can start to make it better.

So let it out and let it in, hey Jude, begin,
You're waiting for someone to perform with.
And don't you know that it's just you, hey Jude, you'll do,
The movement you need is on your shoulder.

Hey Jude, don't make it bad.
Take a sad song and make it better.
Remember to let her under your skin,
Then you'll begin to make it
Better better better better better better, oh.

Na na na, na na na na, na na na, hey Jude...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

…e porque não?

É já no próximo dia 12 de Janeiro que Ringo Starr lança o seu novo trabalho a solo, tido como o mais pessoal até à data. “Y Not” conta com a participação de antigos amigos do artista, entre eles Paul McCartney, com quem Ringo canta o primeiro single do álbum, “Walk With You”, uma canção comovente acerca do poder da amizade. Pela primeira vez, Ringo decidiu fazer a pergunta “porque não?” e arriscou produzir-se a si próprio. Depois de ter trabalhado com nomes como Richard Perry, Arif Mardin e Don Was, quando questionado acerca da forma como tomou esta decisão, brinca dizendo: “Bom, olhei-me ao espelho. E achei-me muito groovy nesse dia.”

Entre as colaborações para este álbum, encontram-se nomes como Joe Walsh, Dave Stewart e Steve Dudas na guitarra, Benmont Tench nas teclas, Don Was e Mike Bradford no baixo. Também conta com convidados especiais, tais como Edgar Winter no saxofone, Joss Stone, Ben Harper e Richard Marx na voz, Ann Marie Calhoun no violino, entre muitos outros. Quem adorou a ideia foi o filho do artista, que lhe disse que devia ter feito isto há mais tempo. “É sempre bom ouvir elogios, especialmente do meu filho, que é um excelente baterista!”

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Paul McCartney diz “Good Evening Europe”

É a primeira digressão europeia do ex-Beatle desde 2004. Apesar de ter percorrido os Estados Unidos em concerto, no Verão passado, a sua ausência na Europa já se fazia sentir há muito. No programa da tour foram incluídas passagens por locais enigmáticos na carreira do músico como Hamburgo, onde os Beatles conheceram um enorme sucesso. Colónia, Dublin e Londres (o único concerto no Reino Unido, deste ano) são as cidades que, ainda este mês de Dezembro, têm o prazer de assistir às lendárias actuações ao vivo de Paul McCartney.


Próximas datas:

16 e 17 Dez 09 – Köln Arena – Colónia
20 Dez 09 – The O2 – Dublin
22 Dez 09 – The O2 Arena - Londres









quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Do fundo do baú: "I Saw Her Standing There"

“I Saw Her Standing There” é a canção que abre o primeiro álbum dos Beatles, “Please, Please Me”. Escrita por Paul McCartney ainda nos tempos de escola, chamava-se inicialmente “Seventeen” e seria dirigida à irmã de um colega. John ajudou Paul a acabar a canção e, no disco, ela recebe o crédito da dupla. Quando foi lançada nos Estados Unidos, como lado B do single “I Want to Hold Your Hand”, ficou nos tops durante largas semanas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

29 anos da morte de John Lennon

A 8 de Dezembro de 1980, John Lennon era assassinado em frente à porta de sua casa, em Nova Iorque. 29 anos depois ainda há quem não se conforme com o desaparecimento do compositor de alguns dos maiores sucessos dos Beatles e as homenagens sucedem-se um pouco por todo o Mundo. O seu assassino, Mark David Chapman, foi imediatamente identificado, mas as suas motivações ainda hoje estão por esclarecer.

As revelações de “All Together Now”

“Sempre gostámos de nos associar a pessoas um pouco loucas porque, afinal, também nós éramos um pouco loucos”, diz Paul McCartney no documentário de Adrian Wills, Martin Bolduc & Jonathan Clyde. Ringo Starr, por sua vez, também confessa que sempre gostou do circo, com toda a sua fantasia. Mas foi a amizade e a admiração mútua entre George Harrison e o fundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberté, que despoletaram a união da magia do Cirque du Soleil com o espírito da mais amada banda rock de sempre. Usar o material dos Beatles num espectáculo é, segundo os seus produtores, o mesmo que “mexer em solo sagrado”. Mas, no final, é o próprio Paul McCartney que demonstra a sua admiração pelo trabalho: “Lembro-me de escrever estas coisas, e vejam agora o que fizeram com elas!”

“All Together Now” nomeado para um Grammy

“All Together Now”, o documentário sobre o making of de “The Beatles: Love”, o espectáculo do Cirque du Soleil que presta homenagem ao legado musical da banda, foi nomeado para os Grammys na categoria de Vídeo Musical de Longo Formato.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Sabia que:

Os Beatles foram a banda mais influente na era do rock e a que mais inovações introduziu na música popular do século XX?

Foram a primeira banda britânica a conseguir tamanha projeccção mundial?

Os singles "She Loves You" e "I Want to Hold Your Hand" venderam, cada um, mais de um milhão de cópias, fenómeno até então nunca observado no Reino Unido?

O sucesso dos Beatles nos Estados Unidos abriu caminho a outras bandas britânicas como os Rolling Stones e inspirou muitas outras por todo o Mundo?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Grandes momentos na vida dos Beatles

Pode-se dizer que tudo começa quando, em 1957, John Lennon e Paul McCartney se conhecem num concerto da banda “The Quarry Men” na qual John toca com os seus colegas de escola. Pouco tempo depois, Paul é convidado a juntar-se a eles e, em 1958, chega a vez de George Harrison o fazer. Em 1960, com Stu Sutcliffe na guitarra baixo e Pete Best na bateria, a banda muda várias vezes de nome, chegando finalmente a “The Beatles”. Embora tivessem cada vez mais sucesso, em 1961 Stuart Sutcliffe decide deixá-los, falecendo um ano mais tarde vítima de uma hemorragia cerebral.

No ano de 1962 os Beatles assinam com a produtora EMI e Pete Best dá lugar a Ringo Starr. É lançado o seu primeiro single, “Love Me Do”, seguido, no início de 1963, de “Please Please Me” que alcança o número um no top britânico. O álbum, com o mesmo nome, é um caso de sucesso no Reino Unido. No mesmo ano, lançam o segundo álbum, “With the Beatles” e, no ano seguinte, o terceiro, “Meet the Beatles!”. Quando, ainda em 1964, dão o seu primeiro concerto nos Estados Unidos, são já um fenómeno incontornável de popularidade.

Os Beatles gravam então o seu primeiro filme. “A Hard Day’s Night” estreia em Londres e é bem recebido tanto pela crítica, como pelo público. Depois de um álbum com o mesmo nome e de um outro intitulado “Beatles For Sale” começa a rodagem de um segundo filme que estreia em 1965 e ao qual se segue o álbum homónimo “Help!”. O enorme sucesso da banda leva-os a lançar, no mesmo ano, “Rubber Soul” e, no ano seguinte, “Revolver”. Em 1967 sai “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” que é premiado com quatro Grammys. No mesmo ano é lançado “Magical Mystery Tour”. O filme de animação “Yellow Submarine” estreia em 1968, uns meses antes do lançamento do álbum “The Beatles”, também chamado “White Album”.

Em 1969 os Beatles actuam juntos pela última vez no telhado da Apple Records, onde cantam várias das canções que os tornaram famosos. As coisas já não são como eram, e John Lennon sente cada vez mais vontade de se afastar do grupo. “Abbey Road” é lançado ainda nesse ano, seguindo o exemplo de sucesso dos álbuns anteriores. Em 1970, Paul McCartney anuncia publicamente que deixou a banda. É lançado o último álbum dos Beatles, “Let It Be”e, ainda nesse ano, o documentário com o mesmo nome, que inclui cenas da última actuação pública do grupo, estreia em Londres. Nessa noite, nenhum deles comparece.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Uma batida muito especial

Vasculhando no fundo do baú da história dos Beatles não encontramos facilmente uma justificação para o nome que deram à banda. Depois de algumas reviravoltas respondendo pelo nome de The Black Jacks, Quarry Men, The Silver Beetles, The Crickets, ou The Beetles, acertaram finalmente no nome The Beatles. Mas as justificações para a escolha são muitas: desde a mirabolante teoria de John Lennon que disse ter tido uma visão na qual um homem montado numa empada voadora terá decretado “Vocês serão Beatles com um A”, à mais pragmática, que diz terem optado por The Beatles como poderiam ter optado por The Shoes! Fiquemo-nos pela explicação mais razoável: The Beetles (ou besouros) tal como a banda The Crickets (grilos) de Buddy Holly, com um A no lugar do E para fazer um trocadilho com Beat (batida). O certo é que pegou. Teriam os Shoes o mesmo sucesso? Talvez…

Intocáveis e intocados

Aquela que é por muitos reconhecida como a maior banda de todos os tempos soube manter o seu som bem protegido de possíveis alterações. Enquanto as grandes bandas da mesma geração se rendiam ao fascínio de ver a sua obra purificada com tecnologia mais avançada, os Beatles mantiveram-se fiéis ao som original. A presente edição não representa uma mudança de rumo, na medida em que a remasterização foi feita de modo a manter o som tal e qual como era suposto ser ouvido na época da sua criação. Descansem pois todos os coleccionadores dos velhos vinis da obra dos Beatles, porque têm nesta edição um substituto à altura!